Fala, pessoal! Marcio Santos aqui, do Top Smartwatch Se você é como eu e respira tecnologia vestível há mais de uma década, sabe que a Meta (antigo Facebook) está ensaiando um relógio inteligente faz tempo.
Acompanho essa novela desde o antigo “Projeto Vesta”. Agora o papo mudou: a Meta quer um relógio para ser o “cérebro” dos seus óculos inteligentes. Analisei os vazamentos mais quentes e trouxe a real para o público brasileiro, sem enrolação e com aquele papo de quem já testou de tudo, do Apple Watch ao baratinho da Shopee.

O que é o Smartwatch da Meta e por que ele importa?
O smartwatch da Meta é um dispositivo focado em Inteligência Artificial (IA) e integração com os óculos Ray-Ban Meta. Ele deve atuar como uma interface neural e centro de processamento para realidade aumentada, diferenciando-se dos rivais pelo foco em controle por gestos e ecossistema social.
No meu teste de 15 dias com os óculos Ray-Ban Meta, percebi uma coisa clara: falta uma tela auxiliar ou um controle mais preciso que não seja apenas voz ou o toque na haste. É aqui que o Smartwatch da Meta entra. Ele não é apenas para contar passos; é para o Zuck ter o controle total do ecossistema dele sem depender do seu iPhone ou Android.
O que ninguém te conta: A Meta não quer ser uma empresa de relógios fitness como a Garmin. Ela quer ser a dona da “interface” que você usa para falar com a IA. O relógio é um meio, não o fim. Quem busca autonomia de 15 dias para trilha pode se decepcionar.
Especificações Técnicas: O que esperar “sob o capô”
Espera-se um sensor SpO2 avançado, tela AMOLED com proteção Gorilla Glass e um chipset proprietário otimizado para IA. A autonomia deve girar em torno de 18 a 24 horas, competindo diretamente com o Apple Watch Series 10.
Para aguentar o tranco de processar comandos de voz constantes e se conectar via Bluetooth de baixa latência aos óculos, o bicho vai ter que ser potente.
- Sensor SpO2 e Frequência Cardíaca: Essencial para não ficar atrás da Samsung e Apple.
- Gorilla Glass Victus: Para evitar que qualquer batida na quina da mesa destrua seu investimento de 3 mil reais.
- Autonomia: Esse é o calcanhar de Aquiles. No uso real, se durar um dia inteiro com GPS ligado, já estamos no lucro.
| Recurso | Especificação Vazada | Uso Real (Papo do Marcio) |
|---|---|---|
| Tela | AMOLED 1.9″ | Brilho alto para ver no sol, mas drena a bateria. |
| Sensores | PPG, SpO2, ECG e EMG | Foco em gestos neurais (EMG) é o diferencial. |
| Conectividade | eSIM + Wi-Fi 6 | Independência do celular para chamadas e apps. |
No contexto do Brasil: O que você precisa saber
O lançamento no Brasil depende da homologação da ANATEL e parcerias com operadoras para o eSIM. A compatibilidade com apps como Strava Brasil e bancos locais (Itaú, Nubank) via carteira digital será decisiva para o sucesso.
Aqui é onde o filho chora e a mãe não vê. Comprar um smartwatch importado sem suporte oficial é furada. Se o Smartwatch da Meta chegar, ele precisa passar pelo crivo da ANATEL. Sem isso, nada de Wi-Fi ou Bluetooth legalizado, e você ainda corre o risco de ser barrado na alfândega.
Outro ponto crítico: eSIM. Se você é cliente Vivo, Claro ou TIM, vai querer deixar o celular em casa e atender chamadas pelo relógio. Já vi muito relógio gringo chegar aqui e não funcionar o 4G porque a banda não era compatível com o Brasil.
Funciona com o app do meu banco?
Essa é a pergunta que mais recebo. Para o smartwatch da Meta decolar por aqui, ele precisa de uma carteira digital robusta. No meu tempo de teste com o Google Pixel Watch, vi como a falta de integração com cartões nacionais mata um produto excelente. Se não tiver NFC para pagar o pão na padaria via aproximação, vai ser só um enfeite caro.
A Interface Neural (EMG): O Grande Diferencial
A Meta comprou uma empresa chamada CTRL-labs que faz mágica: o relógio “lê” os impulsos elétricos que vão para os seus dedos. Você mexe o dedo no ar e o relógio entende o comando. Sabe quando você está correndo e quer pular a música sem precisar olhar para o pulso? Isso muda o jogo.
Alerta do Marcio: Muita gente se preocupa com a privacidade. É um dispositivo do Facebook com microfone e sensores biométricos. Se você já tem receio de como seus dados são usados no Instagram, ter um sensor no pulso 24h por dia exige uma reflexão.
Vale o investimento ou é melhor esperar?
O que me incomodou nos rumores iniciais foi a insistência em funções sociais bobas, mas o foco em IA e saúde parece ter corrigido a rota. Se você já usa os óculos da Meta, o relógio será o acessório definitivo.
Agora, se você quer apenas um relógio para academia e ver notificações, o Galaxy Watch 7 ou um Apple Watch SE continuam sendo escolhas mais seguras e com garantia nacional. O Smartwatch da Meta será para os early adopters que querem viver no futuro hoje.












